Eu vou chamar o meu pai

Se você acompanha meus devocionais, vai se lembrar de uma história que escrevi alguns devocionais atrás, em que contei sobre o dia que quebrei o braço e que o episódio aconteceu logo depois de ser desobediente a uma ordem do meu pai.

Naquele dia fui socorrida pelo professor de educação física que estava na quadra com seus alunos. Fui levada a uma clínica próxima e depois do primeiro atendimento, a anestesista veio falar comigo, me perguntou: "Você prefere uma picadinha na mão e assim você dorme e quando acordar já passou tudo ou quer uma picadinha no ombro pra ficar acordada vendo o que será feito com o seu braço?".

 Na minha inocência respondi: "NÃO QUERO NADA! E SE VOCÊ ME DER INJEÇÃO EU VOU GRITAR, GRITAR E GRITAR ATÉ MEU PAI OUVIR E VIR AQUI COM A POLÍCIA!", eu sabia que se meu pai estivesse lá nenhum mal me aconteceria, tinha certeza que ele faria qualquer coisa pra me proteger.

"Mas agora assim diz o Senhor, aquele que o criou, ó Jacó, aquele que o formou, ó Israel: “Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu.  Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas."
(Isaías 43:1‭-‬2 NVI)

"Senhor, não queremos nos sentir sozinhos em meio aos problemas, vem para nos socorrer!"

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